CAR T-Cell Therapy: a Breakthrough for aging Gut Health

Epithelial cells in samples of aged human intestines, shown here, tested positive for uPAR, a sur...

Este artigo aborda car t-cell therapy: a breakthrough for aging gut health de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

The Challenges of an Aging Gut

O envelhecimento é um processo biológico inevitável que afeta todos os sistemas do corpo, e o trato gastrointestinal não é exceção. Longe de ser apenas um tubo digestivo, o intestino é um órgão complexo, vital para a absorção de nutrientes, a modulação imunológica e a manutenção de uma barreira protetora contra patógenos. No entanto, com o passar dos anos, essa maquinaria intrincada começa a demonstrar sinais de desgaste, desencadeando uma série de desafios que comprometem a saúde e o bem-estar dos idosos. As alterações são multifacetadas, impactando desde a microestrutura celular até a composição da vasta comunidade microbiana que o habita.

Um dos principais problemas do envelhecimento intestinal reside na diminuição de sua capacidade regenerativa. As células-tronco intestinais, responsáveis por reparar e repor o revestimento do órgão a cada poucos dias, tornam-se menos eficientes e prolíficas. Paralelamente, ocorre um acúmulo de células senescentes – células que pararam de se dividir, mas permanecem metabolicamente ativas, secretando moléculas pró-inflamatórias, como citocinas e quimiocinas. Este fenômeno, conhecido como "inflammaging", cria um ambiente de inflamação crônica de baixo grau, que pode danificar o tecido saudável circundante, exacerbar a disfunção intestinal e aumentar a suscetibilidade a doenças como diverticulite, doença inflamatória intestinal e até certos tipos de câncer.

Além da lentidão na regeneração e da inflamação crônica, o envelhecimento também altera drasticamente a composição da microbiota intestinal, levando a uma disbiose. Há uma redução na diversidade e abundância de bactérias benéficas, como bifidobactérias e lactobacilos, e um aumento de espécies potencialmente patogênicas. Essa desregulação compromete a integridade da barreira intestinal, tornando-a mais permeável, fenômeno conhecido como "leaky gut". A permeabilidade aumentada facilita a translocação de toxinas e microrganismos para a corrente sanguínea, contribuindo para doenças sistêmicas, incluindo distúrbios metabólicos e neurodegenerativos. Adicionalmente, a eficiência na absorção de nutrientes essenciais, como vitaminas B12 e D, cálcio e ferro, diminui, impactando diretamente o estado nutricional, a densidade óssea e a função imunológica dos idosos.

Understanding Senescent Cells: The Root Cause of Decline

Células senescentes, frequentemente apelidadas de "células zumbi", representam um dos pilares do envelhecimento biológico. Diferentemente das células normais que se dividem ou das células que morrem e são removidas, as células senescentes param de se dividir, mas permanecem metabolicamente ativas. Sua acumulação no corpo é um processo natural impulsionado por fatores como estresse celular, danos ao DNA e encurtamento dos telômeros. Embora inicialmente atuem como um mecanismo protetor para evitar a proliferação de células potencialmente danificadas, com o tempo, a persistência dessas células torna-se prejudicial, contribuindo ativamente para a degradação dos tecidos e a disfunção orgânica associada à idade.

O principal problema com as células senescentes reside no seu "Senescence-Associated Secretory Phenotype" (SASP). Através do SASP, essas células liberam uma série de moléculas inflamatórias – citocinas, quimiocinas, fatores de crescimento e enzimas proteolíticas – para o ambiente circundante. Esse coquetel bioquímico cria um microambiente cronicamente inflamatório que não apenas danifica células saudáveis vizinhas, mas também recruta células imunes que muitas vezes falham em limpar efetivamente as células senescentes. A inflamação constante e o dano tecidual promovidos pelo SASP são considerados um motor central do envelhecimento e de diversas patologias relacionadas à idade.

A acumulação progressiva de células senescentes e a subsequente inflamação crônica, conhecida como "inflammaging", são amplamente implicadas na etiologia de inúmeras doenças degenerativas. Estas incluem condições como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, artrite, osteoporose e doenças neurodegenerativas. Especificamente no contexto da saúde intestinal, que é o foco central do artigo, a presença de células senescentes no trato gastrointestinal compromete significativamente a integridade da barreira epitelial, dificulta a absorção de nutrientes e impede a capacidade regenerativa intrínseca do intestino. Essa disfunção é uma causa raiz direta do declínio da saúde intestinal em indivíduos mais velhos, tornando o órgão mais suscetível a inflamações, infecções e menor capacidade de reparo.

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Fonte: https://www.sciencedaily.com

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